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sábado, 20 de fevereiro de 2016

Nós lemos #2: Eight - Forasteiro (2015)

Cada vez mais o mercado de HQs independentes está crescendo e a maioria dos artistas da área já fez a sua ou tenho o projeto em vista, não é diferente do artista brasileiro Rafael Albuquerque, conhecido por desenhar Vampiro Americano e pela polêmica capa da Batgirl com homenagem ao Coringa, que por sinal achei uma grande arte e uma sacada muito boa, mas enfim, Rafael Albuquerque idealizou uma história sci-fi cheia de fantasia, aventura e de uma certa forma, épica chamada Eight - Forasteiro. 
A história, co-escrita por Mike Johnson, deriva de uma webcomic inacabada pelo próprio brasileiro chamada Tune 8, começa com um cosmonauta que cai em um deserto desconhecido sem memória, de nome Joshua. Flashbacks surgem em sua cabeça, contando, por assim dizer, como ele veio parar naquele lugar, chamado de Meld.
Com um aspecto meio medieval, o Meld é um lugar esquecido no tempo, governado por um tirano e seu braço direito Spear, que se relaciona de alguma forma com a missão do cosmonauta perdido.
Alguns pontos podem parecer um pouco batidos, como o fato dele se juntar a resistência e ajuda-los a combater a tirania do governante, mas a história é muito bem pensada e escrita, sem falar que os desenhos são fantásticos, a narrativa nem se fala e a sacada das cores de representar cada espaço de tempo (presente, passado e futuro) por uma cor ao fundo é simplesmente genial, apenas com uma introdução explicativa pequena no inicio da HQ, ele dispensa a necessidade de colocar um pedaço de texto explicando em que época está se passando esse pedaço da história. Um ponto negativo que notei no quadrinho é a rapidez de se contar a história, fica um pouco estranho em algumas partes, justamente, por se explicar/realizar rápido demais. Acho que a limitação de edições influenciou isso, mas não desmerece a história, é de fato uma ótima leitura e vale a pena o tempo investido. NOTA 8,5

Arte da quinta e última edição


domingo, 31 de janeiro de 2016

Nós lemos #1: Guerras secretas (2015)


Em 2015 a Marvel comics anunciou sua nova mega saga, mas a maioria dso fãs, incluindo nós dos Renegados, ficaram com o pé atrás e vou lhe falar o porquê, o título da saga era o mesmo nome de uma saga da Marvel de 1984 e o que circulava nas mídias era que seria um reboot da mesma. Mas depois do plot inicial, os dois universo mais famosos da Marvel se colidindo para a destruição de ambos,confesso que começei a me interessar. O universo 616, que é o tradicional, e o universo ultimate iriam acabar ao final/durante essa saga.
Guerras Secretas começa com a luta dos dois universos para sobreviver, pois se é conhecido que se uma das terras for destruída antes a outra sobrevive, contudo não se vê tempo para isso, então se é pensado em criar uma espécie de salva vidas e colocar nele as mentes brilhantes que exitem no universo Marvel para restabelecer uma nova sociedade em outro planeta, enquanto isso o Doutor Destino está prestes a roubar o poder de um Deus, Beyonder,que é o mesmo Deus que sequestra os herois marvel na primeira Guerras Secretas. Destino acaba salvando a vida dos herois mas para isso ele cria um novo mundo com pedaços de outros lugares e outras épocas de sagas conhecidas da Marvel. Nesse novo, Destino é um Deus onipotente que governa o mundo de batalhas com barões governando cada pedaço sob suas ordens. A história continua até ser finalizada com uma batalha épica de vários exércitos. Uma excelente saga da marvel  e uma ótima história de despedida da primeira familia da editora, o quarteto fantástico, onde a trama da saga também é voltada para eles, tendo em vista que o que move a história é um vilão da equipe, se não o vilão. Contudo, vale muito a leitura. NOTA 9,5
Arte da nona e última edição